No Banco do Brasil, o movimento ocorre de maneira parcial, já que a adesão depende das decisões tomadas pelas diferentes bases sindicais.
O ponto central das negociações envolve o financiamento dos planos de saúde dos funcionários. Na Caixa, uma proposta que previa aumento na participação financeira dos trabalhadores e nos valores referentes aos dependentes acabou rejeitada pela maioria das representações sindicais.
Já no Banco do Brasil, algumas entidades aceitaram um aporte de R$ 360 milhões para garantir a manutenção do plano de saúde até novembro. Outros sindicatos, entre eles a representação do Rio de Janeiro, não aprovaram a proposta e optaram pela continuidade das negociações. Ao todo, 27 sindicatos aprovaram a paralisação.
Com a mobilização, serviços presenciais e procedimentos administrativos, incluindo análises relacionadas a financiamentos, podem sofrer impactos. A situação poderá variar conforme a agência e o município.

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